Ah, o tomate. Relação de amor e ódio para diversas pessoas. Há os que amem sob as mais diversas formas (katshup, condimento), e os que não suportem. Mas é inegável que essa frutinha está intimamente ligada às nossas vidas culinárias.
Preparando o jantar, resolvi fazer uma receita rápida de molho de tomate caseiro. É gostoso, e realmente muda um prato. Vale lembrar que essa é uma receita “fast food”, o seu molho pode, afinal, ser muito mais apurado que esse se ficar mais tempo no fogo.
Porção para duas pessoas – tempo médio de preparo: 10 minutos
- 2 tomates médios (eu os uso inteiros, não tiro casca ou sementes. Mas isso é opção);
- Alecrim;
- Manjericão seco;
- Pimenta do reino preta;
- Sal a gosto;
- Pitada de açúcar para quebrar a acidez do tomate.
O preparo é simples. Pique o tomate em pedaços pequenos e leve ao fogo em uma panela que esquente bastante. Quando o tomate “murchar”, liberando seu suco, adicione os outros ingredientes (menos o sal e o açúcar). Adicione água para cozer os tomates, depois tempere com o sal e coloque a pitada de açúcar para quebrar a acidez.
Após alguns instantes, vem o toque da receita. Com os tomates ligeiramente cozidos, esmague-os (ainda no fogo) com um amassador de batatas vertical. Se não tem esse utensílio (esse aí do lado), recomendo fortemente a compra. É um senhor auxílio na cozinha.
Após amassar bem os tomates, é só deixar a água secar para o molho “encorpar”.

- Molho de tomate caseiro
Tiago César
Como prometido, estou tentando reavivar essa coluna, que comecei e deixei de lado depois de um tempo.
Hoje, trago para os casais apaixonados uma receita bacana para se fazer a dois. É gostosa, rápida e o mais importante: barata! Estamos falando de hamburguers caseiros.

Não precisa se desesperar. A receita é tão simples que você vai se surpreender. Precisamos de:
- 500 g de carne moída (eu dou preferência para Paleta, moída duas vezes);
- 1 ovo (para dar liga);
- 1 pacote de creme de cebola, para temperar (não é para usar o pacote todo. Eu uso pouco menos que a metade, porque não gosto de comida muito salgada).
Misture tudo, começando pela carne e o creme de cebola (é o pó, não é para preparar o creme). Depois de misturados, coloque o ovo e misture bem.
Faça bolas de carne e amasse-as com o auxílio do fundo de um prato. Depois disso é só fritar e servir com os acompanhamentos de sua preferência. Dependendo do tamanho dos seus hamburguers, essa receita rende de cinco a dez unidades.
Bom apetite!
Tiago
O restaurante Patuá, localizado à QI 11 do Lago Sul, apresenta-se como um restaurante de sabores brasileiros. Não conhecíamos ainda este restaurante e fomos acompanhados de alguns amigos – aliás, o legal do Restaurant Week é justamente a motivação que ele dá às pessoas de conhecerem novos restaurantes. Pena que nem todos aproveitam essa chance para realmente cativar seus clientes. Infelizmente, esse é o caso do Patuá.
Antes de mais nada, um ponto positivo: mesmo com o restaurante bem cheio, o atendimento foi acima da média. Foi o ponto amenizador do dia.
Em relação ao cardápio, optamos pelo de almoço: canapés de ciabatta com tomate seco e manjericão de entrada, escalopes de contra-filé ao molho madeira, acompanhado de arroz de vinho tinto e legumes noisettes salteados como prato principal e pudim de leite como sobremesa. De imediato, a primeira impressão foi ruim, pois quem vê uma imagem como essa no site:

Não espera recebê-la assim no prato:

De cara, uma péssima impressão. Apesar da aparência, devo reconhecer que a entrada estava bem saborosa. No entanto ficaria ainda melhor se tivesse sido aquecida – pelo menos um pouco. Tomate seco e manjericão pedem, imploram por um pouco de calor a fim de liberarem seu aroma inebriante. Pecado da casa.
O prato principal gerou divergências à mesa. Houve quem o aprovasse com veemência, houve quem não gostasse. De fato, faltou um pouco de uniformidade – meu arroz estava suave, os legumes no ponto certo e a carne macia – ainda que fria. A porção da minha esposa veio bem mais temperada que a minha – o arroz, devido à quantidade de álcool do vinho, estava com seu sabor quase que totalmente mascarado.

A sobremesa, para mim, foi a estrela da mesa. Não sou tão fã de pudim de leite. Mesmo assim, comi e lambi os dedos. De longe um dos melhores doces que já comi.
Infelizmente, quando se sai do Patuá, tem-se a impressão de falta – o que é péssimo para o estabelecimento, tendo em vista o movimento – e a oportunidade – que eles perderam de cativar novos clientes, motivados pelo Restaurant Week. Espero um dia voltar ao Patuá, quem sabe atraído por seu cardápio da próxima edição, e sair realmente surpreendido.
Amanhã, post sobre o queridinho de sempre: Dona Lenha.